quinta-feira, 3 de setembro de 2015

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

CAMPEÕES GERAL JOJUMS 2015 E JEMS 2015- Escola Estadual Dom Aquino Corrêa.

Homenagem aos atletas da Escola Estadual Dom Aquino Corrêa, Parabéns a todos.
‪#‎Campeão‬ Geral JOJUMS 2015#
#Campeão Geral JEMS 2015#
— com José Hamilton Muchon Castilho.





























Formação Continuada.







Quando se refere à formação continuada, são enfatizados os seguintes aspectos do profissional: a formação, a profissão, a avaliação e as competências que cabem ao profissional. 
O educador que está sempre em busca de uma formação contínua, bem como a evolução de suas competências tende a ampliar o seu campo de trabalho. 
Segundo o estudioso Philippe Perrenoud, a formação profissional contínua se organiza em determinadas áreas prioritárias. Dentre elas estão as competências básicas que cabem ao educador. Refere - se como áreas de competências, devido cada uma delas abordar várias competências. Veja as dez grandes áreas de competências segundo Perrenoud: 

Competências de referência
Competências mais específicas a serem trabalhadas em formação contínua (exemplos) 

1. Organizar e animar situações de aprendizagem
• Conhecer, em uma determinada disciplina, os conteúdos a ensinar e sua tradução em objetivos de aprendizagem. 

• Trabalhar a partir das representações dos alunos. 

• Trabalhar a partir dos erros e obstáculos à aprendizagem. 

• Construir e planejar dispositivos e seqüências didáticas. 

• Comprometer os alunos em atividades de pesquisa, em projetos de conhecimento. 
2. Gerir a progressão das aprendizagens • Conceber e gerir situações-problema ajustadas aos níveis e possibilidades dos alunos. 

• Adquirir uma visão longitudinal dos objetivos do ensino primário. 

• Estabelecer laços com teorias subjacentes às atividades de aprendizagem. 

• Observar e avaliar os alunos em situações de aprendizagem, segundo uma abordagem formativa. 

• Estabelecer balanços periódicos de competências e tomar decisões de progressão. 

3. Conceber e fazer evoluir dispositivos de diferenciação • Gerir a heterogeneidade dentro de uma classe. 

• Ampliar a gestão da classe para um espaço mais vasto. 

• Praticar o apoio integrado, trabalhar com alunos em grande dificuldade. 

• Desenvolver a cooperação entre alunos e certas formas simples de ensino mútuo. 

4. Implicar os alunos em sua aprendizagem e em seu trabalho • Suscitar o desejo de aprender, explicitar a relação com os conhecimentos, o sentido do trabalho escolar e desenvolver a capacidade de auto-avaliação na criança. 

• Instituir e fazer funcionar um conselho de alunos (conselho de classe ou da escola) e negociar com os alunos diversos tipos de regras e contratos. 
• Oferecer atividades de formação opcionais, a La carte. 

• Favorecer a definição de um projeto pessoal do aluno. 
5. Trabalhar em equipe • Elaborar um projeto de equipe, representações comuns. 

• Animar um grupo de trabalho, conduzir reuniões. 
• Formar e renovar uma equipe pedagógica. 

• Confrontar e analisar juntos situações complexas, práticas e problemas profissionais. 

• Administrar crises ou conflitos entre pessoas. 
6. Participar da gestão da escola • Elaborar, negociar um projeto da escola. 

• Gerir os recursos da escola. 

• Coordenar, animar uma escola com todos os parceiros (bairro, associações de pais, professores de língua e cultura de origem). 

• Organizar e fazer evoluir, dentro da escola, a participação dos alunos. 
7. Informar e implicar os pais • Animar reuniões de informação e de debate. 

• Conduzir entrevistas. 

• Implicar os pais na valorização da construção dos conhecimentos. 
8. Utilizar tecnologias novas • Utilizar softwares de edição de documentos. 

• Explorar as potencialidades didáticas dos softwares em relação aos objetivos das áreas de ensino. 

• Promover a comunicação à distância através da telemática. 

• Utilizar instrumentos multimídia no ensino. 
9. Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão 

• Prevenir a violência na escola e na cidade. 

• Lutar contra os preconceitos e as discriminações sexuais, étnicas e sociais. 

• Participar da implantação de regras da vida comum envolvendo a disciplina na escola, as sanções e a apreciação de condutas. 

• Analisar a relação pedagógica, a autoridade, a comunicação em classe. 

• Desenvolver o sentido de responsabilidade, a solidariedade e o sentimento de justiça. 

10. Gerir sua própria formação contínua 

• Saber explicitar as próprias práticas 

• Estabelecer seu próprio balanço de competências e seu programa pessoal de formação contínua. 

• Negociar um projeto de formação comum com colegas (equipe, escola, rede). 

• Envolver-se nas tarefas na escala de um tipo de ensino ou do DIP. 

• Acolher e participar da formação dos colegas. 

Sugere-se que cada educador tenha consciência do nível de competências em que se encontra, realizando uma auto avaliação, o que irá resultar em uma grande evolução na sua função como educador.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A Diretora do NTE, Prof. Caroline Pereira  Cavalcante de Castro, juntamente com a Professora Multiplicadora Prof. Giseli Souza de Oliveira, estiveram  visitando a Escola Estadual Dom Aquino Corrêa no dia 18 de agosto de 2015, na oportunidade conversaram com a coordenação pedagógica e também puderam conhecer os alunos participantes do projeto de Robótica a Diretora prof Caroline teve uma conversa bastante proveitosa com os alunos motivando-os a seguirem  e persistirem no Projeto de Robótica, ficamos muito felizes em poder recebe-las aqui prof Giseli e prof Caroline.

  Alunos participantes do Projeto de Robótica, com a Multiplicadora do NTE prof Giseli, Diretora do NTE prof.      Caroline e a prof da STE, Denise.

                            Com os alunos do Nono ano participantes do projeto de Robótica.

Diretora do Núcleo de tecnologia Educacional- prof Caroline, Multiplicadora prof Giseli, prof Denise progetc  e as coordenadoras da Escola Dom Aquino prof Cristiane e Solage

Olimpíada Brasileira de Robótica- OBR.

 A Escola Estadual DOM AQUINO CORRÊA participou no dia 21 de agosto de 2015 da Olimpíada Brasileira de Robótica - modalidade teórica.
 Foram inscritos 105 alunos das séries do quinto ao nono ano, divididos nas provas de Nível 2 para o Quinto ano, nível 3 para sexto e sétimo ano e nível 4 para oitavo e nono. No dia da prova compareceram 61 dos 105 inscritos, até o momento a turma do Nono ano que já participa do projeto de Robótica se destaca com a melhor pontuação, lembrando que a Escola Dom Aquino está participando da Olimpíada de Robótica e da OBI que é a Olimpíada de Informática com intuito de aproximar os alunos das linguagens de computação estimulando-os e preparando-os para uso das novas tecnologias. 

Em breve estaremos participando das competições práticas de Robótica, estamos indo passo-a-passo , primeiro aproximando os alunos das linguagens de programação através da teoria e dessa maneira pretendemos seguir com essas competições que incentivam e divulgam a robótica.

Por que uma olimpíada de Robótica?
Há dois pontos de vista sob os quais responder a esta pergunta: com foco na ferramenta educacional ou com foco no tipo de recurso humano formado. Em primeiro lugar, a robótica e a automação são áreas estratégicas para o país no caminho para o seu desenvolvimento. A robótica tende a se tornar uma das dez maiores áreas de pesquisa na próxima década. Apesar de ser uma área em franca expansão no mundo, o Brasil tem se situado de forma marginal nessa área, arriscando-se a perder um imenso potencial para a geração de empregos, técnicas, tecnologias e produtos devido, principalmente, à falta de incentivo para a formação de recursos humanos na área. Além de praticamente não produzir robôs em território nacional, o Brasil também não possui uma cultura que estimule uma maior utilização de tecnologias robóticas no parque tecnológico ou mesmo nas residências. Divulgar a robótica, suas aplicações, possibilidades, produtos e tendências é uma forma de, também, estimular a formação de uma cultura associada ao tema tecnológico, proporcionando a formação de um cidadão que se relacione melhor com a tecnologia e também a formação de um mercado consumidor consciente, e portanto, exigente para produtos tecnológicos, no país, nos próximos anos.
Sob o ponto de vista do ferramental tecnológico para educação, a robótica é uma tecnologia emergente que tem se tornado elemento praticamente obrigatório nas escolas modernas devido à sua possibilidade de atuação em diversas dimensões. A temática associada aos robôs – representantes inatos das novas tecnologias no imaginário do jovem da atualidade – tem mostrado grande aceitação pelos mesmos. Mais do que isso, essa temática tem propiciado o surgimento de um novo leque de atividades práticas construtivas: kits robóticos têm sido freqüentemente utilizados em escolas de primeiro grau à universidades, com excelentes resultados em todos os níveis em termos de mudança de paradigma para o aprendizado baseado na experimentação, trabalho em grupo e motivação do corpo discente. Interessantes experiências têm demonstrado que a robótica pode atuar como inclusora, não apenas digitalmente ou tecnologicamente, mas socialmente, levando alunos a se integrarem de maneira efetiva à sua comunidade escolar e à sociedade. Mais do que isso, a robótica tem sido utilizada como ferramenta para o ensino de conteúdos transversais, tais como ciências, física, matemática, geografia, história e até mesmo português.
Turma do Quinto Ano - com a Coordenadora Pedagógica prof. Cristiane ( grande colaboradora)


                                                 Desenvolvimento da PROVA

                              Na sala de Tecnologia Educacional- alunos do Quinto e Sexto ano


                                                                Concentrados